quarta-feira, 25 de março de 2026

PROBLEMINHAS QUE ASSOLAM ITABIRA E FAZEM O GOVERNO "NEM AÍ"



1. Solução para bueiros que foram feitos pela "mole" na queda em toda a cidade (se um veículo passar por eles, afunda, além dos cidadãos ameaçados).

2. Evitar que os matos cresçam e façam Itabira voltar ao tempo do “mato dentro”

3. Recolher o lixo pelo menos uma vez por semana (como está cria insetos prejudiciais à saúde pública).

4. Deter o criatório de caramujos que infestam as imediações da Avenida Mauro Ribeiro e os bairros adjacentes (os descendentes representantes de Tutu Caramujo tornaram-se um somatório de progressões geométricas).. 

5. Construir uma nova estação rodoviária na cidade (a atual parece um disco voador com problemas técnicos).

6. Fiscalizar a emissão de som, principalmente nas avenidas Mauro Ribeiro e João Pinheiro (esse problema está se tornando muito sério; principalmente por vendedores de alimentos, anunciados aos gritos pelos incautos).

7. Evitar a ocupação e/ou invasão de terrenos públicos e/ou particulares na cidade (aí está a causa dos problemas surgidos em períodos chuvosos).

8. Avisar à Cemig e exigir dela a troca de lâmpadas queimadas, ou que piscam, em todas as ruas de todos os bairros da cidade.

9. Drogas: por que o chefe do executivo decidiu, deliberadamente, acabar com o Conselho de Combate às Drogas? (essa questão é intrigante e leva as pessoas sérias a desconfiar de razões perigosas que existiriam como causa maior).

10. Por onde andam escorpiões e ratos da cidade? (temporariamente eles saem da Estação Rodoviária e se deslocam para locais desconhecidos.


11. Cuidar dos cães que estão soltos pelas ruas e  são maltratados pelos ditos cidadãos sem coração.

OBS: Os problemões ficam para depois porque estão tremendo o CÉU, o PURGATÓRIO e o INFERNO.

Zé do Burro

Imagens: Burro do Zé

25/03/2026

segunda-feira, 16 de março de 2026

MARCHINHAS DE CARNAVAL COMEÇAM A CHEGAR

 Cabrito promove o maior festival de marchinhas de carnaval do Centro-Leste de Minas Gerais. Já está recebendo as letras e autores preparam as músicas serão encaixadas. Prêmios serão anunciados pelos patrocinadores ...




MANADA

Que futuro...

Que nada...

Eu quero é enfiar nessa manada


Itabira já mostrou

a sua força do minério

e eu quero é enfiar nesse império...


Que futuro...

Que nada...

Eu quero é enfiar nessa manada



FUTURO

Quando eu morrer, Itabira,

vão te dizer que

tudo era mentira


Quando eu morrer, Itabira,

vão te dizer que

tudo era mentira


Debaixo do Cauê é só água

Por cima a gente vai ver

Pule de alegria  

Porque a vida é bom tempo que  mia


Chega de falar em safra!

Chega de chorar no escuro

Pare de ter tristeza

Este mundo não tem futuro


CARNAVAL DO BILHÃO


Este é o Carnaval, 

Sambar aqui sem canseira

Carnaval é só pular 

E rebolar a noite inteira


O dinheiro tá só chegando,

vivemos o Carnabilhão

Pra que chorar de barriga cheia

se o dinheiro é o nosso chão



terça-feira, 30 de dezembro de 2025

ENCHENTES EM SÃO SEBASTIÃO DO RIO PRETO

 

Enchentes estão sendo armadas: cuidemos de nossas vidas

O fato que vou narrar ocorreu entre 1953 a 1954. Este é um alerta para todos: protejam-se. Tivemos trombas d’água mais recentemente, até com mortes, em 2009, mas agora voltamos aos idos dos anos 1950 pelas características da ocorrência

 

 FATO NÚMERO 1: Fim de 1953, chegada do  Padre Raul de Melo ao Distrito pertencente ao município e comarca de  Conceição do Mato Dentro, como responsável pela Paróquia. Os habitantes do lugar estavam cada vez mais desiludidos com Padre Argel Dias de Azevedo. Questões politicas. O politiqueiras.

 

Argel brigava intensamente com os moradores do lugar, principalmente com  meu avô Godofredo Cândido D’Almeida. Seu Godó, assim conhecido, era um exemplo de cidadão, fornecia energia elétrica de sua usina própria,  também captava e distribuía água para outra parte  do arraial  e mantinha uma estilosa banda de música.

Seu Godó postava-se durante as missas dominicais exatamente no centro da Igreja do Rosário, que o padre, insistia em manter como matriz. Olhando para cima, ereto como uma estátua,  meu avô era insultado pelo vigário nas homilias. Os detalhes desse litígio foram contados pelos seus contemporâneos, principalmente seu irmão, Chico do Padre, que se casou com minha tia Luzia.

 

FATO NÚMERO 2: Verão rigoroso de 1953/1954, chamado de “veranito brabo”, exatamente na chegada do novo vigário. Padre Raul convoca o povo, nos dias finais de abril para fazer penitência em procissão rumo ao pico mais alto da Vila, o topo do Morro do Alexandre (Alexandre de Souza Cruz, nome de marca de cigarros, só fumava fumo de rolo.

Seu Alexandre, músico de primeira água, pedreiro e pintor, o único que subia na ponta da pirâmide da torre da Igreja de Cima, depois seu filho Nilson, ou Lega, até hoje com saúde de ferro. Mas subir naquela altura, sem segurança, nem pensar.

O povo comparece aos apelos do padre. “O trem tá feio”, resmungavam os produtores rurais, o Distrito vivia de puro trabalho na roça. Crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos, todos assumiram o seu compromisso de oração, cada um com uma pedra na cabeça rumo à ponta do morro, em oração.

O sol estava de rachar. As torres das duas igrejas tremulavam e pareciam fumegar. Eu, que fui coroinha, ajudava missa em Latim, estava no meio da procissão, carregando uma pedra de proporcional tamanho à cabeça e na cabeça. As nuvens nem mexiam, sem sinais de que alguma coisa viria de cima.

 

FATO NÚMERO 3: As preces continuavam. O povo ariscava palpite, que viriam as “Enchentes de São José”. Elas, normalmente, ocorrem na data certa ou perto dela —19 de março, dia de São José e não falhavam, segundo a boca pequena.

E vieram. E para valer. Derrubaram casas e barracões situados nas proximidades de rios e córregos, praticamente todas as pontes da zona rural e da sede do Distrito. Na minha inocência não sabia o perigo que enfrentávamos, gostava de ver aquele arraso.

Tinha medo de trovões e não de relâmpagos, nem de “água passando debaixo da ponte”, trocadilho popular.  Lembro-me do saudoso Expedito Buty nadando à altura da janela do sobrado em que nasci e que Hémerson Silva reconstruiu por respeito acima do normal à nossa família. Somos gratíssimos. A preservação do patrimônio histórico e cultural é importante.

 

Achava bonito o Expedito carregar dois porcos, segurando-os pelo pescoço (nem sei se suínos têm pescoço) e salvando vidas para depois da engorda, comer. Ele e outros tinham chiqueiros e galinheiros nos fundos das casas. A loja de meu pai, muito sortida e cheia de mercadorias, foi atingida a uma altura quase inimaginável.

Na frente das ruas Bonfim e São Vicente, onde José Bonifácio negociou por uns anos, quem operava o espaço era a chamada de Maria Baiana, irmã mais velha de Maria Bárbara, minha babá. Da casa dela nada sobrou, coitada...

 

Os dias seguintes foram de fé, bem compreendida pelo povo. Os velhos de frequência na igreja ficaram mais religiosos ainda, daí para a frente. Já os ateus, poucos, tentaram explicar o fato: “Está provado que Deus agiu na fé de nosso povo, mas foi o que falei, exageraram na reza e São Pedro exagerou também ao abrir as comportas.

Está feito o alerta para os dias atuais. Pode vir algo parecido que não é urubu nem avião. Para encucar a crença geral a data foi exata: as enchentes ocorreram na noite de 19 de março de 1954.


José Sana

Fotos: Notícia Seca

Em 30/12/2025 


segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

MANÉ GATO PREVIU A TECNOLOGIA AVANÇADA

 


Em 16 de julho de 1997,  DeFato abordou na rua Dom Prudêncio, centro de Itabira, o cidadão Manoel Jésus de Oliveira, conhecido como Mané Gato. Agora, façam as contas: Manoel tinha, naquele ano, uma visão bem mais evoluída que de nosso governo municipal atual, cujo chefe vagou mundo afora durante quase a vida toda (60 anos) e decepciona como dirigente itabirano. Mané Gato disse à reportagem, conforme registrado nesta página:

“Daqui a 20 anos muita coisa vai mudar por causa da tecnologia”

Manoel faleceu, deixou um alerta que a administração não entendeu ou não quis entender. Enquanto está chegando a hora das vacas magras, ele só fala, fala, fala, até que recebeu o apelido ajeitado de lero-lero.

Chamado de analfabeto (Manoel não era) seria um prefeito mais  competente que o atual. Pelo menos não investiria R$ 5 bilhões em reformas de praças, em festanças e outras façanhas não eleitoreiras. Se aqui estivesse, Manoel Jésus de Oliveira testemunharia Itabira recuando 40 anos em 5, registro jamais vivido pela terra de Drummond.

Os chapas-brancas estão anunciando entrevista do prefeito neste dia 23, véspera de Natal, em que MAL fará um "balanço" do governo. Aguardem, pois, o falatório em que deve dizer mais uma vez o seguinte: "Prestem a atenção na minha candidata a deputada estadual".

Zé do Burro

Imagem: Revista Centro-Leste em Revista

22/12/2025



quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

REUNIÃO COM BERNARDO MUCIDA ATRAI PREOCUPAÇÃO ITABIRANA COM O FUTURO

 






Presentes no encontro expressaram insegurança financeira devida a vários problemas, sendo o principal a saída da Vale do Sistema Sul


Itabira, terça-feira, 16 de dezembro de 2025. A apenas nove  dias do Natal, o itabirano, preocupado com o seu  futuro, deixou seus preparativos de festas para discutir os sérios problemas da cidade que, em breve, não terá sequer um décimo da arrecadação municipal para sobreviver — liquidar as folhas de pagamento, as demais despesas de custeio e o cumprimento de seus deveres financeiros com aposentados e pensionistas via ItabiraPrev — além de outros encargos.

 

  REUNIÃO APARTIDÁRIA


Procurado por amigos, correligionários e pessoas confiantes nele, Bernardo Mucida de Oliveira (sem partido) acabou sendo a figura principal do encontro, que durou uma hora e meia e se realizou numa sala cedida por um de seus amigos, Samir George, no Bairro Amazonas Presentes 65 cidadãos, sem contar os que se espremiam do lado de fora.

 Uma das soluções para o futuro de Itabira pode passar pela Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALEMG), onde o município e também a região necessitarão de representatividade forte e contínua. É o caminho prioritário, apontaram as pessoas presentes, que se manifestaram em questionamentos dirigidos ao ex-vereador e ex-deputado estadual. Essa maioria era composta de vários partidos políticos, do centro, esquerda e direita, além dos que se declaram totalmente apolíticos.

A reunião sinalizou novos encontros e a busca de “pessoas que amam a cidade e se preocupam com os próximos acontecimentos políticos e econômicos.

 José Sana

17/12/2025

Fotos: N.S./Samir

 

 



sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

COM QUANTAS PALAVRAS SE CONSTROEM MENTIRAS?

 

Lula acena para a multidão. Mas Mécici também fez isso...

Se você prestar a atenção nos termos proferidos pelos políticos, vai encontrar motivos para nunca mais acreditar neles, mas, e vai saber também que o povo adora o lado da inverdade, entra na fila trapaceira


Quinta-feira, 11 de dezembro de 2025. Esteve em Itabira, nessa data, por motivos não somente de inauguração do Centro de Radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores, (HNSD) mas para o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva falar com o povo. E os normais pretendentes a cargos eletivos.

Foi rápida, durou cerca de 40 minutos, por aí, a  visita lulista, debaixo de um sol escaldante. Talvez pelo incômodo, também por ser praticamente independente e velho, o presidente sequer reconheceu as pessoas que o cercaram, principalmente o prefeito de Itabira, Marco Lage, seu  principal tiete, que voa para todo lugar em que está o guru para beijá-lo e tirar fotos promocionais.

DETECTOR DE MENTIRA

Esta foi parte do discurso do prefeito de Itabira, aqui chegado sem projetos e pronto apenas para construir pracinhas, dirigir máquinas de empreiteiros, cantar e dançar:

 "Senhor presidente Lula retorna a Itabira no dia em que entra para a nossa história.  Pela primeira vez um presidente da República  vem encontrar o povo em praça pública nesta cidade"

 
Analisando a fala do chefe do executivo itabirano vê-se que são 31 palavras, incluindo artigos e complementos, apenas três verbos e substantivos".
A frase é um perfeito detector de mentiras.
 
QUAIS SÃO AS MENTIRAS?
 
Aonde Marco Antônio foi buscar a informação de que Lula é o primeiro presidente que veio a Itabira? Para governo de qualquer um, os presidentes que aqui estiveram foram Getúlio Vargas (1943), Emílio Garrastazu Médici (1972), Fernando Collor de Mello (1991) e Lula (2025).

E não foi Lula o primeiro a misturar-se no meio do povo. Em plena ditadura militar, a visita de Médici, em agosto de 1972, teve um balanço de popularidade dele, ao sair, também no meio do povo, cumprimentando as pessoas. Collor de Mello também foi flagrado no meio de centenas de pessoas em Itabiruçu.

A última mentira surgiu como um presente de grego. O prefeito deu ao presidente uma camisa do Valeriodoce Esporte Clube, time juntado em "rancas", sem formação de atletas da base, alugados por no máximo três meses ao ano para ver se conseguem levantar um troféu. Se um dia erguerem a taça do Módulo II, continuarão fazendo a mesma coisa? 

O Valério merece ser um clube, mas está, por enquanto, sem pernas e sem cabeça. Chega de pedir esmola à prefeitura prestes a se quebrar e à demagogia de um governo que só quer se sustentar com votos sem projetos, sem nenhuma visão de futuro e ainda mais oportunista. 

Zé do Burro

12/12/2025

Imagem: redes sociais 



quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

PRIMEIRAS PALAVRAS QUE LULA PRONUNCIOU EM ITABIRA

Hoje, às 11h29m, Luiz Inácio Lula da Silva pousou em Itabira num helicóptero do Governo Federal. Primeiras palavras por ele pronunciadas ao pisar o solo itabirano da 



Arena do Valério:

O chefe da nação (desculpem a cacofonia (olhou para um lado (para ver a cara dos caça-votos), olhou para outro lado (para ver a careta dos puxa-sacos), olhou para cima (para ver se vai chover), olhou para baixo (para ver se havia muitos buracos), e soltou a frase enigmática:


 Ô CALORÃO DO CÃO, HEIN?!


Zé do Burro

Em 11/12/2025

Imagens: Quintão

PS: A frase "calorão do cão" é registrada nos órgãos competentes e tem a autoria reconhecida a Fernando Silva, editor de DeFato Online.