Cabrito e Cabrita preparam respostas individuais para atendimento do povo em informação
Saiba como você pode votar este ano para senador, incluindo seus suplentes, cargos parlamentares de altíssimo nível abaixo do mar; oferece ao eleitor a expectativa de ter alguém que pode ou não fazer nada para o povo e, normalmente, enrolar o cidadão que nada tem para suplicar, nem um grão de feijão para nele ajoelhar-se
O Boníssimo Cabrito recebeu, via internet e telefonia celular, uma série de perguntas relativas ao termo em evidência que chamamos de Suplência de Senatoria. Muitas perguntas, a assessoria caprina, juntando com a dos bodes mansos e bravos, resolveu selecionar as mais importantes.. Vamos resumir o máximo possível para que todos entendam as teias de aranha colocadas à frente do eleitor.
Antes, porém, cabe destacar que o assunto interessa à Cabritolândia, considerando que teremos este ano uma novidade. A excelentíssima senhora que desistiu de ser deputada resolveu candidatar-se a um cargo inédito. Audácia pura, a região nunca teve a oportunidade de ter uma representação na Câmara Alta. “Mas, suplência?” — alguém pode argumentar — o que faria no Congresso tão apagada figura? Vamos, primeiramente, estabelecer a explicar o que é um senador da República.
SENADOR: O QUE FAZ ESTA FIGURA?
Resposta em cima da pinta: trata-se de um vereador de luxo. Esse tem secretários e secretários bem assalariados e muitos dotados de mordomias. Oficialmente, um salário bruto de um senador é de R$ 46.366,19. O que ele faz é muito elástica a pergunta. Pode ser: pronome indefinido, substantivo (ou nome) ou advérbio. No caso do senador, pode ser nada mesmo. Alguns fazem alguma coisa: recebem visitas, fazem discursos ou ficam calados, viajam, hospedam, sentam, levantam. Observação: tudo de graça, às vezes com uma secretária abanando ao redor se calor estiver fazendo.
SUPLENTE DE SENADOR: O QUE FAZ?
Resposta: tudo que o titular não faz e, para completar, de acordo com as leis, não têm subsídios. São dois por estado, o primeiro e o segundo suplente. A grande vantagem é que se der uma dor de barriga no titular, o dono da cadeira de suplente, o primeiro, é claro, pega um voo especial, ou mesmo um jatinho da FAB e aporta-se em Brasília cercado de repórteres aduladores. O Nada é transmitido do bastão de um para o outro Depois devolvido se a ocupação do cargo for provisória.
Assessoria do Bode Legal
Imagens: Cabrito
Data: 16/08/2026
